Bioeconomia

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Bioeconomia

Inclusão, Floresta em Pé e Sustentabilidade

Por que Bioeconomia?

Quem faz a bioeconomia acontecer

Amiraldo Picanço

"Hoje no coração da Amazônia nós temos um projeto chamado Amazonbai, que mostra que é possível a gente fazer o desenvolvimento econômico na Amazônia, sem degradar o meio ambiente, sem desmatar nossas florestas e respeitar principalmente o modo de vida de cada família das comunidades tradicionais.”

Ednamar de Oliveira Vianna

“Nossos antepassados trabalharam com guaraná e isso vem passando de geração para geração. Estamos fazendo esse trabalho, protegendo nosso território, e hoje vemos a valorização que o guaraná está ganhando. Isso nos estimula a continuar nosso trabalho, permite sustentar nossas famílias, ter acesso à educação e saúde, melhorando a nossa qualidade de vida nas nossas próprias comunidades.”

Gicarlo de Lima

“Desde pequeno eu via meu pai fazer o processo de agroextrativismo na floresta. Eu acompanhava ele, aprendendo junto com ele. E agora faço parte do Reca. Agora é a hora da juventude conhecer os processos e se envolver, e com isso continuar a história da cooperativa Reca”

Ilustrações: Bianca Rondon

Quando falamos sobre Bioeconomia

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Desenhando um conceito

Bioeconomia é um conceito que vem se expandido e popularizando. Em suas diferentes definições, aborda uma visão de economia baseada no uso sustentável da sociobiodiversidade, a partir de processos transformadores e inovadores que visam o acesso aos mercados, gerando renda e melhorando a qualidade de vida em nível local e global.

Assim, a Bioeconomia se torna uma possibilidade de reafirmar a sustentabilidade como cerne das ações que promovam desenvolvimento e soluções tecnológicas, tanto baseadas na ciência quanto em formas de conhecimento tradicional.

Para aprofundar o tema:

Créditos: Amora Produções

Protagonismo de comunidades e geração de renda

Créditos: Amora Produções

Promover a Bioeconomia é gerar renda e a melhoria da qualidade de vida para agricultores e agricultoras familiares, povos e comunidades tradicionais, por meio do fomento e da estruturação de cadeias de valor sustentáveis.

Quem consome pode adotar pequenas práticas que ajudam a comprar de forma mais sustentável. Pesquise sempre, procure por selos e pela possibilidade de rastrear os produtos desde suas origens – quem trabalha de forma sustentável quer contar sua história para todo mundo!

Pense na constância: cadeias de valor sustentáveis são construídas no dia a dia e conquistam resultados ao longo do tempo - não cobre perfeição de processos em construção, faça parte deles!

Bons exemplos em Bioeconomia:

Selo Origens Brasil

O Origens Brasil® é uma rede que promove negócios sustentáveis na Amazônia em áreas prioritárias de conservação, com garantia de origem, transparência, rastreabilidade da cadeia produtiva e promovendo o comércio ético.

Gosto da Amazônia

Conservação do meio ambiente e geração de renda para as populações locais. A marca coletiva “GOSTO DA AMAZÔNIA” nasce dessa harmoniosa combinação, com a estratégia de promover a comercialização conjunta do pirarucu selvagem de manejo. O objetivo é desenvolver os principais valores defendidos e praticados pelas instituições envolvidas neste processo: a preservação da natureza, comércio justo e transparente e desenvolvimento econômico local e social sustentável.

Selo Nacional da Agricultura Familiar

O Selo identifica a origem e fornece as características dos produtos da agricultura familiar, tendo por finalidade o fortalecimento das identidades social e produtiva dos vários segmentos da agricultura familiar perante os consumidores e o público em geral. Para possibilitar a rastreabilidade da origem dos produtos, o Selo é identificado com uma imagem específica, um código QR e um número de série.

Projeto Bioeconomia e Cadeias de Valor

O projeto Bioeconomia e Cadeias de Valor apoia o uso sustentável e a valorização econômica da biodiversidade, criando estímulos positivos para a preservação da floresta e fortalecendo elementos estratégicos da bioeconomia sustentável e inclusiva na Amazônia. Contribui para a melhoria da proteção do clima e da biodiversidade e apoia o estabelecimento das bases para um desenvolvimento sustentável no âmbito social, ecológico e econômico no Brasil.

O projeto é desenvolvido no âmbito da Cooperação Brasil Alemanha para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da parceria entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e a Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, com apoio do Ministério Federal da Cooperação Econômica e do Desenvolvimento (BMZ) da Alemanha e tem duração prevista até dezembro de 2025.

Créditos: Vanessa Eyng

publicações

Como Vender para a Alimentação Escolar: Guia sobre o Pnae para a Agricultura Familiar

Este guia oferece um passo a passo para orientar processos de venda da agricultura familiar para o Programa Nacional de Alimentação Escola (Pnae). Orienta sobre etapas prévia de organização e levantamento da produção, apresenta e explica sobre a documentação necessária para participar das chamadas públicas, além de dar orientações para as etapas de entrega e apresentação de nota fiscal, de forma objetiva, para facilitar os processos de venda de agricultoras e agricultores.

Diretrizes para a relação comercial entre empresas e comunidades na bioeconomia sustentável e inclusiva

Guia para participar vendendo nas compras institucionais do Programa Nacional da Alimentação Escolar, para a agricultura familiar, de povos indígenas e de comunidades tradicionais.

Caixa de Ferramentas para o Desenvolvimento de Cadeias de Valor Sensíveis ao Gênero

Traz dicas práticas sobre como abordar o tema de gênero nas intervenções relacionadas às cadeias de valor e discutir estratégias para o empoderamento econômico das mulheres em diferentes contextos. Em seu conjunto, a caixa apoia a implementação de abordagens mais inclusivas e equitativas nas cadeias de valor.

Guia para a Pessoa Capacitadora

Este guia apresenta, de forma rápida e sistemática, um conjunto de ferramentas que poderá apoiar as oficinas de formação realizadas por técnicas e técnicos com grupos locais, associações ou cooperativas.

Competências Econômicas Básicas para Assessores e Agentes de Crédito

O guia Competências Econômicas Básicas para Assessores e Agentes de Crédito traz um conteúdo teórico-prático, a partir de um ciclo de prática vivencial, para aplicação contextualizada de jogos e dinâmicas como ferramentas de aprendizagem. Assim, apresenta um instrumental complementar à publicação Guia da Pessoa Capacitadora.